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O Galo Paraibano!!

Posted: terça-feira, 22 de setembro de 2009
Um fazendeiro tinha um galinheiro com 180 galinhas e estava procurando um bom galo para reproduzir. Um dia, ele vai a uma agropecuária e diz para o vendedor:

- Procuro um bom galo capaz de cobrir as minhas 180 galinhas!

O vendedor puxa uma gaiola com um galo enorme, musculoso, com a crista de pé, de topete, olhos azuis e uma tatuagem dos Rolling Stones no peito, e diz:

- Leva esse aqui, o Mário. Ele não falha!

O fazendeiro leva o galo e, no dia seguinte, pela manhã, solta o galo no galinheiro.

O galo sai correndo, pega a primeira galinha, e dá duas sem tirar. Pega a segunda, dá a primeira, e quando está já na segunda... cai frito!

O fazendeiro volta na loja e grita:

- Este galo puto comeu duas galinhas e capotou!

O vendedor se desculpou e puxou outro galo: Preto, de crista amarela, olhos cinzas e tênis da Nike.

- Esse aqui é o Fernando. Não falha nunca!

O fazendeiro volta com o galo e repete a história: solta o bicho no galinheiro, e o galo sai alucinado: come a primeira galinha de pé, pega a segunda e traça, na terceira ele faz o 69 e, quando estava bombeando a quarta, cai morto no meio do galinheiro...

O fazendeiro, emputecido, volta na loja e diz:

- Escuta aqui, ô filho da mãe, aquele galo broxa caiu morto! É melhor você me vender um galo decente ou vou tocar fogo nesta merda!

Então o vendedor puxa um galo desnutrido, sem crista nem penas, com olheiras, corcunda, com tênis Bamba de lona e uma camisa preta e vermelha que dizia: 'Orgulho de ser Paraibano', e diz ao fazendeiro:

- Olha, é só o que me resta! O nome dele é Aristides e chegou por engano num carregamento que veio da Paraíba.

O fazendeiro, puto da vida, leva o galo pensando: "O que vou fazer com este galo Paraibano, todo franzino?"

Chegando na fazenda, solta o Aristides no galinheiro:

O galo tira a camisa e sai enlouquecido traçando as 180 galinhas de uma vez só... Dá uma respirada... e traça as 180 galinhas de novo!

Sai correndo e pega o pastor alemão... Aí o fazendeiro pega ele, dá dois sopapos e, para acalmá-lo, acaba trancando-o na gaiola.

- Caramba, que fenômeno! As galinhas ficaram doidonas!

No dia seguinte solta o bicho de novo: o galo sai faturando tudo que vê: o cachorro, o porco e duas vacas...

O fazendeiro corre, pega ele pelo pescoço, dá uma chacoalhada para acalmá-lo e joga-o na gaiola de novo!

No terceiro dia, o fazendeiro encontra a gaiola toda arrebentada, as galinhas com as xanas para cima, o porco com o rabo pro sol, bode passando Hipoglós na bunda, uma capivara mancando, um pônei sentado no gelo... Até que, de repente, à distância, vê o Aristides caído no chão e os urubus voando em círculos sobre o pobre galo...

- Nããããooo!!! O Aristides morreeeuuu!!! O meu Aaaaaristiiiiideeeeesss!!!! O melhor galo do mundo!!!!

No meio do lamento e da choradeira, cuidadosamente o Aristides abre um olho, olha para o fazendeiro, pisca e diz:

- SILÊNCIO, Ô FIO D'UMA ÉGUA! AQUELAS MULATAS TÃO QUASE DESCENDO AQUI!

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So far or so it seems
All is lost with nothing fulfilled
Off the pages and the T.V. screen
Another world where nothing's true
Tripping through the life fantastic
Lose a step and never get up
Left alone with a cold blank stare
I feel like giving up
I was blinded by a paradise
Utopia high in the sky
A dream that only drowned me
Deep in sorrow, wondering why

Oh come let us adore him
Abuse and then ignore him
No matter what, don't let him be
Let's feed upon his misery
Then string him up for all the world to see

I'm sick of all you hypocrites
Holding me at bay
And I don't need your sympathy
To get me through the day
Seasons change and so can I
Hold on Boy, no time to cry
Untie these strings, I'm climbing down
I won't let them push me away

Oh come let us adore him
Abuse and then ignore him
No matter what, don't let him be
Let's feed upon his misery
Now it's time for them to deal with me



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